Aos 1 ano e 3 meses, ele dependia do peito e do balanço para voltar a dormir. Já sem esperança de encontrar uma solução, sua mãe, Ilana, iniciou o acompanhamento personalizado que investigou as raízes das dificuldades de sono de Augusto e transformou as noites de toda a família
Como a Ilana descreveu como se sentia, antes de começar a mentoria
Augusto chegou com inúmeros despertares e sono muito fragmentado, cama compartilhada e peito em quase todos os despertares. As sonecas eram na rede, com muito balanço, e dormir à noite era uma longa batalha entre peito, colo e movimento.
A família associava parte da dificuldade ao uso noturno da órtese de Denis Browne e já havia tentado de tudo, inclusive três medicamentos para dormir.
Ilana chegou esgotada e resumiu seu maior desejo: “Quero voltar a amar a maternidade.”
Em menos de duas semanas, Augusto dormiu a noite inteira, no berço, sem despertares e com a órtese por até 12 horas. A virada não veio de tirar o peito à força nem de culpar a órtese, mas de organizar ritmo, janelas, sonecas, ambiente e horário, cuidando também da segurança emocional da mãe e da adaptação ao berço.
Primeiro, organizamos a base do sono: ritmo, janelas, sonecas, estímulos ao longo do dia, ambiente e horário de início da noite. Paralelamente, trabalhamos a adaptação de Augusto ao berço e ao uso da órtese durante toda a noite.
Também foi necessário olhar para o emocional da Ilana. Ela carregava muitos medos, culpa e inseguranças relacionados à história do Augusto e a tudo que ele já havia enfrentado. Essas questões dificultavam sustentar algumas mudanças, principalmente quando havia choro ou desconforto. Por isso, parte do processo foi ajudá-la a se sentir mais segura para acolher o filho sem abandonar os limites e as estratégias que estavam sendo construídas.
Em menos de duas semanas, Augusto alcançou seu primeiro grande marco: dormiu a noite inteira, no berço, sem despertares e utilizando a órtese por até 12 horas.
Esse caso mostrou que havia muito mais a ser organizado do que simplesmente “tirar o peito” ou atribuir os despertares à órtese. A mudança aconteceu quando passamos a olhar para Augusto como um todo: sua rotina, seu sono, sua condição clínica e também para a mãe que precisava estar emocionalmente segura para conduzir esse processo.

Mãe do Luke

Amanda, mãe do José Alfredo

Mãe do Vicente

Geovanna, mãe do Joaquim

Geovanna, mãe do Joaquim

Catarine

Larissa, mãe do Vicente
Sou Fernanda Morais, enfermeira, especialista em Pediatria e Neonatologia e em Neurociência do Sono Infantil. Não trabalho com fórmulas prontas nem com promessas de resolver o sono em três dias.
Já acompanhei centenas de famílias, inclusive em casos mais complexos, mostrando que é possível sair do ciclo de privação de sono e viver uma maternidade mais leve.
Porque cada bebê chega com uma história, cada família tem uma realidade e cada dificuldade de sono pode ter diferentes fatores envolvidos.
O caso do Augusto mostra exatamente isso: não era apenas sobre fazê-lo dormir. Era preciso entender tudo o que estava por trás daquele sono.
Ela precisava de alguém que entendesse o que estava por trás de cada despertar e organizasse um caminho possível, respeitando Augusto e a realidade da família.
Se você sente que já tentou de tudo e que o que falta não é mais uma dica ou conteúdo gratuito, mas um olhar individualizado, estrutura e acompanhamento para entender o sono do seu bebê, a Mentoria Individual pode ser o seu próximo passo.
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